26 de fev. de 2015

Cyberbullying: como lidar quando você é a vítima

Receber provocações, xingamentos e até ameaças na internet não é nada legal. O que seria um canal de diversão e compartilhamento está virando um caldeirão de acusações e agressões verbais no meio adolescente. O que, há algum tempo atrás, era lidado com muita cautela, hoje, vira motivo de piada e de constrangimento para alguns usuários das redes sociais. Parece que as pessoas, que a nova geração, perdeu a consciência, e o que muitos chamam de brincadeira pode acabar destruindo a vida de outros.

Viver em um mundo onde as pessoas não tem mais respeito por si próprio e onde existem tantas opiniões adversas nem sempre é tão fácil, e há muita facilidade para expressar opiniões, o que pode contrariar aos princípios de algumas pessoas e acabar gerando o conflito. Quais cuidados tomar para não ser uma vítima? E como lidar quando você é uma vítima?


"A propagação de apelidos e histórias mentirosas ganham o respaldo da sensação de anonimato que a Web dá". Realmente é muito fácil despejar críticas em outras pessoas quando você usa um perfil fake ou quando não existe a possibilidade de a vítima se defender. Mas estar mostrando o rosto ou não é irrelevante quando se trata de danos na vida de quem sofre cyberbullying. Receber palavras duras não é legal. Virar motivo de piadas por não escrever o português corretamente ou por não ter o padrão de beleza que a sociedade e a mídia impõe também não é. O pior é quando as provocações se tornam ameaça e o medo e raiva acaba se transformando em transtorno e acabando com a vida de uma criança ou adolescente.

No bullying offline, as principais vítimas costumam ser crianças tímidas ou com características fora do que se considera padrão (desempenho escolar melhor ou pior que o dos colegas, peso abaixo ou acima da média, por exemplo). Muitas vezes, por expressar uma opinião que a maioria das pessoas não concordam também pode ser motivo de cyberbullying.

Para se prevenir de tais práticas é preciso repensar antes de postar algo que possa ir contra você, detalhes da vida pessoal, e se for o caso, trancar seus tweets e permitir apenas que seus amigos vejam suas fotos e publicações no facebook. Aceitar apenas conhecidos também pode ser um método de prevenção. 



Se você é uma vítima e quer denunciar, é preciso guardar as ameaças. Imprima, arquive-as em uma pasta para poder usar a seu favor. 

Não responda às provocações! Isso pode provocar mais xingamentos e pode ser usado contra você. Tente ignorar. Pense que você não precisa dessas pessoas para nada e que eles fazem isso para se sentirem melhor, mas não são. São os acusadores que tem problemas e não você. Deletar a sua conta também ajuda, mas você tem o direito de estar lá, é para todos. 

Reporte! Se o bullying estiver soando mais como uma ameaça, ou esteja vazando informações pessoais sobre você, reporte aos administradores da ferramente que utiliza. Todas as redes sociais possuem ferramentas e páginas específicas para esse tipo de abuso. Contacte a elas. Eles devem estar preparados para lidar com esse tipo de situação e tomar alguma atitude, incluindo banir o sujeito ou sujeita. Tirar umascreenshot da tela com as mensagens e posts que foram enviados podem servir como evidência. Se você tem menos de 18 anos, reporte também a seus pais. Eles saberão como lidar e como te apoiar neste momento.

Se nada disso funcionar e as ameaças continuarem e só piorarem, chame a polícia! Com a ajuda de um bom advogado, você pode entrar em uma ação na justiça contra os ameaçadores.

24 de jun. de 2014

RESENHA: O ÚLTIMO JURADO, JOHN GRISHAM

http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-562101147-livro-o-ultimo-jurado-john-grisham-_JM

Em 1970, um dos jornais mais coloridos do Misissipi, The Ford County Times, entrou em falência. Parasurpresa e desânimo de muitos, sua posse foi assumida por um cara de 23 anos especialista em cabular aulas na faculdade, chamado Willie Traynor. O futuro do papel parecia sombrio até que uma jovem mãe foi brutalmente estuprada e assassinada por um membro da notória família Padgitt. Willie Traynor 




Comecei a ler este livro depois que fiz uma visita à biblioteca da escola e o vi na prateleira. Sempre curti romances policiais e muito mistério envolventes e o nome do livro logo me chamou a atenção. estava super empolgada para ler e não demorou muito para que eu começasse uma nova aventura. Foi aí que me surpreendi com o início um pouco confuso e enfadante do livro (engana-se quem acha que surpresas são sempre boas!).



Nunca demorei tanto para terminar de ler um livro e o motivo é: o autor perdeu o foco. John, um escrito que eu nunca ouvira falar até então, ficou por mais de 20 capítulos enrolando com o julgamento de Danny Padgitt e acabou perdendo a graça. Tenho certeza que aprendi mais sobre direnúmeros capítulos, em paralelo com a "evolução" de Willie, ele voltou várias vezes para o mesmoito em 2 meses de leitura do que um estudante universitário!


Por i ponto do julgamento e encontrei algumas falhas na trama durante os capítulos finais. Sim, o livro é bom, porém, muito tempo foi perdido ao descrever a história de uma cidade e de um jornal local. 



Por vezes, eu desistia de ler o livro e já estava cansada de ler "Danny Padgitt" no livro, até que houve uma reviravolta impressionante nos últimos capítulos. Nada que eu já não havia pensado em relação ao julgamento do jovem assassino, mas o livro simplesmente acaba sem um fim! Quando eu li o último parágrafo, eu achei, sinceramente, que era o fim de mais um capítulo. Virei a folha com tanta esperança de aquele não ser o fim. Mas, meus caros, era! 



Chorei com a morte da querida amiga de Willie, o dono do jornal, Miss Callie e tive vontade de esmurrar a parede ao saber que o autor não deu um fim ao livro. Até certo ponto, isso é muito bom, mas eu me senti como Hazel Grace e estou pensando até em enviar um e-mail para John. Não que ele leria, mas não custa nada. 


Deveria ser proibido a venda de livros que terminam com um parágrafo sem fim, sem explicação! Mas eu gostaria de deixar aqui, arquivado, a minha imensa admiração por John Grisham por estimular a minha criatividade. Já inventei vários fins pra ele.reportou todos os horrendos detalhes e seu jornal começou a prosperar. O assassino, Danny Padgitt, havia sido julgado antes numa corte judicial em Clanton, Misissipi. O julgamento teve um final assustador e dramático quando o réu ameaçou vingança contra os jurados se eles o condenassem. Não obstante, eles acharam-no culpado, e ele foi condenado à vida em prisão. Mas em Misissipi em 1970, "vida" necessariamente não significava "vida"... 

19 de jun. de 2014

Eu assisti: A Culpa é das Estrelas


Ninguém melhor que um não-fã para avaliar esse filme tão esperado, depois de inúmeros e longos suspiros após a leitura do livro. Devo começar dizendo que eu esperava mais do longa. Aposto que arranquei "Essa garota é maluca!!!" de 70% dos leitores dessa postagem, mas, analisando friamente, faltou um "que" de energia. 

As imagens foram muito bem filmadas, com uma qualidade incrível e uma trilha sonora quase amiga dos personagens. O que faltou aos meus olhos foram muitos detalhes que dariam uma pitada a mais de emoção no filme. É claro que eu não posso ser hipócrita dizendo que não chorei nem um pouquinho com o filme ou que eu o odiei. Não! Eu amei! Saí do cinema refletindo em tudo na minha vida, meus valores, minhas decisões e aquilo que eu acreditava que fosse o amor.

A atuação dos atores e atrizes foi impecável, embora alguns atores tenham passado desapercebido durante a duração do filme. O diretor arriscou em mudar algumas detalhes da história e acho que foi nisso que ele pecou. 

Se teve uma parte do filme que eu mais gostei, com certeza, foi a que Augusthus conta para Hazel que também tem câncer. Senhoras e senhores, eis a cena que eu caí em prantos. E não só eu... O cinema inteiro!

Adoro histórias melo-dramáticas, essa coisa meio triste, meio romance, e posso dizer que, com certeza, eu indicaria esse filme!

13 de mai. de 2014

The Neon Lights Tour no Brasil!


Demi Lovato sempre é notícia aqui no Conexão Hollywood e é impossível deixar de falar nela depois de 6 shows maravilhosos no Brasil, pela sua nova turnê "The Neon Lights Tour", para divulgação do seu mais recente álbum "DEMI".
A cantora fez shows por São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo horizonte e Porto Alegre, gravou o programa fantástico, tirou foto com a frase "Beijinho no ombro" e fez uma pausa para comprar um biquini brasileiro! 





A cantora publicou em seu twitter que não estava conseguindo dormir, e adivinhem o motivo? A gritaria e alegria de seus fãs brasileiros, Lovatics, na porta de seu hotel. Como sempre, muito bem recebida por todo o país, a cantora até publicou um vídeo assustada com tanta gritaria na porta de seu hotel. Em uma entrevista anterior, Demi já havia dito que alertara sua família sobre o comportamento de seus fãs. Mas como sempre fofa, mesmo sem conseguir dormir, Lovato não deixou de declarar o seu amor pelos seus fãs e pelo Brasil. 


Seus fãs acamparam por mais de 1 mês para garantir um lugar na frente no show da ídola teen. Demi entrou no palco entoando “Heart Attack”, e mal podia ser ouvida em meio a tantos gritos dos fãs. Tudo é feito para que o foco seja a música. Ela toca diversos instrumentos, não usa roupas mínimas e não passa uma imagem de sexualidade, como tem sido feito no cenário pop atualmente. Demi se entrega em seus shows e aos seus fãs e esse é um dos motivos por ela ser tão amada e admirada por todos. Talento indiscutível e carisma natural, Demetria aproveitou bastante o país tropical e se despediu neste domingo, 04. 
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